- Visual Arts, Art and Memory, Ars Memoriae, Cultural Memory, Memory (Cognitive Psychology), Social and Collective Memory, and 14 moreMemory Studies, Cinema Studies, Cinema and Painting, History and Memory, Public Art, Animation industry, history and development. Early history of Malaysian documentary filmmaking. Early Malaysian cinema and developments. Traditional Malaysian performing arts. Documenting the traditional Malay house through drawings., Commemoration and Memory, Commemoration (Memory Studies), Oral History and Memory, Autobiographical Memory, The Politics of History and Memory, Photography and Film, Photography as Art, and Photography and paintingedit
- Nasceu no Porto em 1957. Licenciado em Artes Plásticas/Pintura pela FBAUP (1981). Doutorado pela Universidade de Vigo... moreNasceu no Porto em 1957. Licenciado em Artes Plásticas/Pintura pela FBAUP (1981). Doutorado pela Universidade de Vigo (Departamento de Escultura, 2014) com a tese intitulada "Arte e Memória: desenvolvimentos e derivações sobre o conceito de memória e sua contribuição à prática artística". Foi bolseiro da Fundação para a Ciência e a Tecnologia entre 2009-2012, e é membro do grupo de investigação MODO (Departamento de Escultura da Universidade de Vigo). É Professor Auxiliar na ESAP (Escola Superior Artística do Porto), de que foi um dos fundadores e onde exerceu diversos cargos, desde 1982: actualmente, é o director da Licenciatura em Artes Plásticas e Intermédia.
Enquanto artista plástico, começou a expor em 1978: realizou 5 exposições individuais e participou em cerca de 150 colectivas, em Portugal e no estrangeiro, estando representado em algumas colecções públicas e privadas. Prémios: 1997 – É distinguido com o Prémio Nacional de Pintura “António Joaquim / Artistas de Gaia”, Vila Nova de Gaia; 1992 – Quadro destacado pelo Júri do “Prémio Nacional de Pintura Júlio Resende”, Gondomar; 1981 - Quadro destacado pelo Júri do “I Prémio Augusto Gomes”, Matosinhos. Entre 1976 e 1981 trabalhou em Cinema de Animação, incluindo dois filmes em 16 mm subsidiados pelo Instituto Português do Cinema, produzidos por Cinematógafo-colectivo de intervenção, do qual foi um dos fundadores. Foi monitor durante alguns anos nos “ateliers” do Cinanima. Em 2015 recomeçou a dedicar-se ao cinema: a sua curta-metragem Flashbulb memories integrou recentemente a Selecção Oficial do Shorts IN-FEST, I Festival Iberoamericamo de Cortos en Madrid y Mallorca (Dez, 2016 - Jan 2017).edit
O filósofo francês Paul Ricoeur na sua obra final La mémoire, l’histoire, l’oubli, na primeira parte consagrada à memória e aos fenómenos mnemónicos, propõe que aos dois pólos habituais, memória individual e memória colectiva, disputando... more
O filósofo francês Paul Ricoeur na sua obra final La mémoire, l’histoire, l’oubli, na primeira parte consagrada à memória e aos fenómenos mnemónicos, propõe que aos dois pólos habituais, memória individual e memória colectiva, disputando a resposta à pergunta de quem é a memória?, juntemos um plano intermédio de referência: o dos próximos. Porque consideramos pertinente, e legítima, tal proposta, ensaiamos neste artigo uma perspectiva de análise das fotografias de Nan Goldin diferente da habitual, que costuma realçar a ligação entre a vida da fotógrafa americana – a memória pessoal – e a sua obra.
Começamos por invocar o modelo da fotografia de família, e álbuns de família, porque a família é o exemplo mais evidente daqueles que nos são próximos, comentando algumas das características mais evidentes que a caracterizam.
Na abordagem que em seguida fazemos da obra de Nan Goldin, tomando como ponto de partida algumas das considerações de Paul Ricoeur comentamos algumas das séries de fotografias mais conhecidas da fotógrafa, em diversos momentos da sua carreira. Embora recorramos também a outras fontes, de modo a evidenciar melhor o nosso ponto de vista apoiamo-nos fundamentalmente em diversas declarações e entrevistas concedidas por Nan Goldin, de modo a demonstrar que é possível encarar grande parte do seu trabalho como a narrativa daqueles que lhe são próximos.
Começamos por invocar o modelo da fotografia de família, e álbuns de família, porque a família é o exemplo mais evidente daqueles que nos são próximos, comentando algumas das características mais evidentes que a caracterizam.
Na abordagem que em seguida fazemos da obra de Nan Goldin, tomando como ponto de partida algumas das considerações de Paul Ricoeur comentamos algumas das séries de fotografias mais conhecidas da fotógrafa, em diversos momentos da sua carreira. Embora recorramos também a outras fontes, de modo a evidenciar melhor o nosso ponto de vista apoiamo-nos fundamentalmente em diversas declarações e entrevistas concedidas por Nan Goldin, de modo a demonstrar que é possível encarar grande parte do seu trabalho como a narrativa daqueles que lhe são próximos.
Research Interests:
Neste artigo, após uma introdução em que falamos sobre o neurónio e a actividade neuronal, analisamos o tipo específico dos neurónios-espelho e propomos que se olhe para o sucesso da célebre experiência conhecida como ‘efeito-Kuleshov’ –... more
Neste artigo, após uma introdução em que falamos sobre o neurónio e a actividade neuronal, analisamos o tipo específico dos neurónios-espelho e propomos que se olhe para o sucesso da célebre experiência conhecida como ‘efeito-Kuleshov’ – realizada na década de 1920 por Lev Kuleshov e V. Pudovkin – à luz do que hoje sabemos sobre a acção deles. A experiência constituiu a base para os princípios da teoria da montagem enunciados por Kuleshov. O efeito-Kuleshov já era apontado por Edgar Morin, na obra O cinema ou o homem imaginário, como prova evidente da intensidade dos fenómenos cinematográficos que designava de ‘projecção-identificação’, os quais se compreendem melhor actualmente reconhecendo o papel dos neurónios-espelho na empatia. No seguimento, abordamos ainda o filme Dissociated (2002) do cineasta Martin Arnold, concebido para ser exibido
como instalação, em dois ecrãs, nos quais são projectados planos mudos apropriados do clássico do cinema All About Eve (1950), de H. Mankiewicz.
In this article, after an introduction in which we speak about neuron and neural activity, we analyse the specific mirror neurons, and we propose that people look to the success of famous experience known as ‘Kuleshov-effect’ – carried out during the 1920s by Lev Kuleshov and V. Pudovkin – in the light our present knowledge about them. The‘Kuleshov-effect’ was already considered by Edgar Morin (Le Cinéma ou L’Homme Imaginaire) as clear proof of film events intensity, he termed ‘identification-projection’, which are currently better understand by acknowledging the role mirror neurons play on empathy. Lastly, we also address Dissociated (2002), a film by Martin Arnold director, designed to be displayed as installation over two screens, onto which are projected mute plans appropriated of the H. Mankiewicz’s classic All About Eve (1950).
como instalação, em dois ecrãs, nos quais são projectados planos mudos apropriados do clássico do cinema All About Eve (1950), de H. Mankiewicz.
In this article, after an introduction in which we speak about neuron and neural activity, we analyse the specific mirror neurons, and we propose that people look to the success of famous experience known as ‘Kuleshov-effect’ – carried out during the 1920s by Lev Kuleshov and V. Pudovkin – in the light our present knowledge about them. The‘Kuleshov-effect’ was already considered by Edgar Morin (Le Cinéma ou L’Homme Imaginaire) as clear proof of film events intensity, he termed ‘identification-projection’, which are currently better understand by acknowledging the role mirror neurons play on empathy. Lastly, we also address Dissociated (2002), a film by Martin Arnold director, designed to be displayed as installation over two screens, onto which are projected mute plans appropriated of the H. Mankiewicz’s classic All About Eve (1950).
Research Interests:
Neste artigo, após uma introdução geral sobre um projecto de prótese cerebral -- um substituto para o hipocampo -- iniciado em 2003 por uma equipa de neurocientistas da University of Southern California, e experiências iniciadas entre... more
Neste artigo, após uma introdução geral sobre um projecto de prótese cerebral -- um substituto para o hipocampo -- iniciado em 2003 por uma equipa de neurocientistas da University of Southern California, e experiências iniciadas entre 2007 e 2009 por cientistas de várias nacionalidade, apresentamos mais em detalhe alguns dos resultados principais destas últimas, publicados em artigos científicos, que nos permitem antever alguns riscos potenciais no futuro, e colocam problemas éticos, por intenções meritórias que possam ter os cientistas. No seguimento, abordamos os filmes Final Cut (2004) de Omar Naїm e Eternal Sunshine of the Spotless Mind (2004), realizado por Michel Gondry, que apresentam múltiplos pontos de contacto com os projectos científicos mencionados, antecipando alguns dos perigos previsíveis, e permitem discutir a futura possibilidade de uma manipulação da memória (e do esquecimento), através da ciência. Embora sejam filmes de ficção, muito do que nos é mostrado em ambos é compatível (salvo alguns aspectos) com projectos reais de investigação das neurociências, que estão em curso actualmente.
In this article, after a general introduction about a project of cerebral prosthesis -- a substitute for hippocampus --, initiated in 2003 by a team of neuroscientists (University of Southern California), and experiments started in the period 2007 to 2009 by scientists from several nationalities, we present in more detail some of the main results, published in scientific articles, which allow us to predict some potential risks in the future, and raise ethical problems, despite the good intentions that scientists may have. Following, we address Final Cut (2004) and Eternal Sunshine of the Spotless Mind (2004), movies directed by Omar Naїm and Michel Gondry, respectively, which present multiple contact points with the mentioned scientific projects, and anticipate some foreseeable dangers, giving us an opportunity to discuss the future possibility of memory (and oblivion) manipulation, through science. Although they are both fiction movies, much of what we see is compatible (except for some aspects) with real research projects of the neurosciences, which are currently under way.
In this article, after a general introduction about a project of cerebral prosthesis -- a substitute for hippocampus --, initiated in 2003 by a team of neuroscientists (University of Southern California), and experiments started in the period 2007 to 2009 by scientists from several nationalities, we present in more detail some of the main results, published in scientific articles, which allow us to predict some potential risks in the future, and raise ethical problems, despite the good intentions that scientists may have. Following, we address Final Cut (2004) and Eternal Sunshine of the Spotless Mind (2004), movies directed by Omar Naїm and Michel Gondry, respectively, which present multiple contact points with the mentioned scientific projects, and anticipate some foreseeable dangers, giving us an opportunity to discuss the future possibility of memory (and oblivion) manipulation, through science. Although they are both fiction movies, much of what we see is compatible (except for some aspects) with real research projects of the neurosciences, which are currently under way.
Research Interests:
Resumo Neste artigo, após uma introdução geral em que fazemos um resumo do enredo do filme Inception, realizado pelo cineasta anglo-americano Christopher Nolan, que explora as relações entre sonho e memória partindo de uma premissa... more
Resumo
Neste artigo, após uma introdução geral em que fazemos um resumo do enredo do filme Inception, realizado pelo cineasta anglo-americano Christopher Nolan, que explora as relações entre sonho e memória partindo de uma premissa inovadora (um conceito pseudo-científico) – a possibilidade de várias pessoas compartilharem um (o mesmo) espaço de sonhos –, prosseguimos mencionando sucintamente algumas teorias científicas sobre as relações entre o sonho e a memória, dando ênfase às mais directamente relacionadas com o argumento do filme, mormente as investigações fisiológicas sobre o sono do neurobiologista françês Michel Jouvet, e as pesquisas de Stephen LaBerge, um eminente investigador da Universidade de Stanford (EUA), autor da teoria do sonho lúcido, segundo a qual é possível as pessoas terem consciência de estar a sonhar enquanto dormem.
Na parte final, abordamos um aspecto que nos parece relevante na narrativa; e, contudo, parece ter passado completamente despercebido nos textos críticos: também, não conhecemos qualquer declaração de Nolan a esse respeito. A saber, existem na construção do enredo alguns pontos de contacto com a antiga arte da memória (ars memoriae), que atravessou a antiguidade clássica como parte da retórica, e cuja invenção é atribuída ao poeta lírico grego Simónides de Céos, na era pré-socrática, cerca de 477 a. C. Fazemos uma resenha da sua origem, desenvolvimentos e transformações posteriores, bem como uma descrição dos seus princípios gerais e regras, contidos principalmente em três fontes latinas de retóricos romanos, e procedemos em seguida a uma análise comparada de planos escolhidos do filme, que consideramos mais significativos, os quais são “pistas” que permitem fundamentar a nossa hipótese.
Abstract
In this article, after an introduction in which we summarize Inception movie’s plot, directed by Anglo-American filmmaker Christopher Nolan, that explores the interconnections between dream and memory adopting an innovative assumption (an pseudo-scientific concept) – the possibility of several people to share one (the same) place of dreams – we proceed mentioning briefly some scientific theories about the relationship between memory and dream, giving emphasis on those more directly related to movie’s plot, in particular the physiological research about sleep developed by French neurobiologist Michel Jouvet, and Stephen Laberge’ researches, distinguished psychophysiologist from Stanford University, the author of lucid dreaming theory according to which it is possible people to be aware are dreaming while sleeping.
At the end we discuss an aspect that seem to us play an important role in the narrative; however, seems have passed completely without notice in critical writings: we don’t know also any Nolan’statement in this respect. Namely, there are in the construction of the script some contact points with the ancient art of memory (ars memoriae), that has crossed classical Antiquity as part of the rhetoric, whose invention is attributed to the Greek lyric poet Simonides of Ceos, during pre-Socratic period circa 477 BC. We provides a brief description of its origin, further changes and developments, as well as a description of its general principles and rules, mainly included in three Latin sources of Roman rhetoricians, and then we conducted a comparative analysis of chosen sequences of the film, that we consider to be most significant, which are “clues” allow to base our hypothesis.
Neste artigo, após uma introdução geral em que fazemos um resumo do enredo do filme Inception, realizado pelo cineasta anglo-americano Christopher Nolan, que explora as relações entre sonho e memória partindo de uma premissa inovadora (um conceito pseudo-científico) – a possibilidade de várias pessoas compartilharem um (o mesmo) espaço de sonhos –, prosseguimos mencionando sucintamente algumas teorias científicas sobre as relações entre o sonho e a memória, dando ênfase às mais directamente relacionadas com o argumento do filme, mormente as investigações fisiológicas sobre o sono do neurobiologista françês Michel Jouvet, e as pesquisas de Stephen LaBerge, um eminente investigador da Universidade de Stanford (EUA), autor da teoria do sonho lúcido, segundo a qual é possível as pessoas terem consciência de estar a sonhar enquanto dormem.
Na parte final, abordamos um aspecto que nos parece relevante na narrativa; e, contudo, parece ter passado completamente despercebido nos textos críticos: também, não conhecemos qualquer declaração de Nolan a esse respeito. A saber, existem na construção do enredo alguns pontos de contacto com a antiga arte da memória (ars memoriae), que atravessou a antiguidade clássica como parte da retórica, e cuja invenção é atribuída ao poeta lírico grego Simónides de Céos, na era pré-socrática, cerca de 477 a. C. Fazemos uma resenha da sua origem, desenvolvimentos e transformações posteriores, bem como uma descrição dos seus princípios gerais e regras, contidos principalmente em três fontes latinas de retóricos romanos, e procedemos em seguida a uma análise comparada de planos escolhidos do filme, que consideramos mais significativos, os quais são “pistas” que permitem fundamentar a nossa hipótese.
Abstract
In this article, after an introduction in which we summarize Inception movie’s plot, directed by Anglo-American filmmaker Christopher Nolan, that explores the interconnections between dream and memory adopting an innovative assumption (an pseudo-scientific concept) – the possibility of several people to share one (the same) place of dreams – we proceed mentioning briefly some scientific theories about the relationship between memory and dream, giving emphasis on those more directly related to movie’s plot, in particular the physiological research about sleep developed by French neurobiologist Michel Jouvet, and Stephen Laberge’ researches, distinguished psychophysiologist from Stanford University, the author of lucid dreaming theory according to which it is possible people to be aware are dreaming while sleeping.
At the end we discuss an aspect that seem to us play an important role in the narrative; however, seems have passed completely without notice in critical writings: we don’t know also any Nolan’statement in this respect. Namely, there are in the construction of the script some contact points with the ancient art of memory (ars memoriae), that has crossed classical Antiquity as part of the rhetoric, whose invention is attributed to the Greek lyric poet Simonides of Ceos, during pre-Socratic period circa 477 BC. We provides a brief description of its origin, further changes and developments, as well as a description of its general principles and rules, mainly included in three Latin sources of Roman rhetoricians, and then we conducted a comparative analysis of chosen sequences of the film, that we consider to be most significant, which are “clues” allow to base our hypothesis.
Research Interests:
Provavelmente, nenhuma arte exerceu uma influência tão evidente nas outras como a Pintura: e, naturalmente, o Cinema não lhe escapou. Neste artigo salientamos a presença que o pintor norte-americano Edward Hopper tem tido nas imagens... more
Provavelmente, nenhuma arte exerceu uma influência tão evidente nas outras como a Pintura: e, naturalmente, o Cinema não lhe escapou. Neste artigo salientamos a presença que o pintor norte-americano
Edward Hopper tem tido nas imagens cinematográficas, sendo decerto um dos artistas mais “apropriados” pelo cinema, na relação com as imagens produzidas por alguns fotógrafos. No cinema, Hopper
é uma referência incontornável para muitos directores de fotografia; além disso, as suas pinturas têm sido citadas amiúde, mais ou menos explicitamente, em filmes de cineastas tão diferentes como Wim
Wenders, Andrezej Wajda, Herbert Ross, Dario Argento, W. Kar-Wai, Alfred Hitchcock, ou Gustav Deutsch.
Entretanto, durante os anos 80 Hopper tornou-se uma referência incontornável para alguns fotógrafos
da corrente norte-americana New Color, como Stephen Shore. E mais recentemente, na fotografia contemporânea, na obra de autores como Richard Tuschman, Christophe Clark & Virginie Pougnaud ou
Gregory Crewdson.
Probably, none art exercised an influence so evident into the others as Painting: and, naturally, Cinema has not escaped. In this article we emphasise the presence that the american painter Edward Hopper
has had on cinematographic images, being certainly one of the artists more taken hold by the movies, in relation to the images produced by some photographers. Hopper is a key reference for many cinematographers; in addition, his paintings have been cited often, more or less explicity, in the movies of filmmakers as different as W. Wenders, A. Wajda, Herbert Ross, Dario Argento, W. Kar-Wai, A. Hitchcock or
Gustav Deutsch. Nevertheless, during the 1980s Hopper has become a unavoidable reference for some photographers of the american New Color, as Stephen Shore. More recently, in contemporary photography,
in the works of Richard Tuschman, Christophe Clark & Virginie Pougnaud or Gregory Crewdson.
Edward Hopper tem tido nas imagens cinematográficas, sendo decerto um dos artistas mais “apropriados” pelo cinema, na relação com as imagens produzidas por alguns fotógrafos. No cinema, Hopper
é uma referência incontornável para muitos directores de fotografia; além disso, as suas pinturas têm sido citadas amiúde, mais ou menos explicitamente, em filmes de cineastas tão diferentes como Wim
Wenders, Andrezej Wajda, Herbert Ross, Dario Argento, W. Kar-Wai, Alfred Hitchcock, ou Gustav Deutsch.
Entretanto, durante os anos 80 Hopper tornou-se uma referência incontornável para alguns fotógrafos
da corrente norte-americana New Color, como Stephen Shore. E mais recentemente, na fotografia contemporânea, na obra de autores como Richard Tuschman, Christophe Clark & Virginie Pougnaud ou
Gregory Crewdson.
Probably, none art exercised an influence so evident into the others as Painting: and, naturally, Cinema has not escaped. In this article we emphasise the presence that the american painter Edward Hopper
has had on cinematographic images, being certainly one of the artists more taken hold by the movies, in relation to the images produced by some photographers. Hopper is a key reference for many cinematographers; in addition, his paintings have been cited often, more or less explicity, in the movies of filmmakers as different as W. Wenders, A. Wajda, Herbert Ross, Dario Argento, W. Kar-Wai, A. Hitchcock or
Gustav Deutsch. Nevertheless, during the 1980s Hopper has become a unavoidable reference for some photographers of the american New Color, as Stephen Shore. More recently, in contemporary photography,
in the works of Richard Tuschman, Christophe Clark & Virginie Pougnaud or Gregory Crewdson.
Research Interests:
A presente obra é o primeiro volume da edição de uma pesquisa, que está dividida em três partes. Na I Parte, começamos por lançar um olhar retrospectivo sobre o tema da memória, cobrindo o arco temporal decorrido entre a civilização... more
A presente obra é o primeiro volume da edição de uma pesquisa, que está dividida em três partes. Na I Parte, começamos por lançar um olhar retrospectivo sobre o tema da memória, cobrindo o arco temporal decorrido entre a civilização grega, na era a. C., e finais do século XIX. Neste vastíssimo período a ênfase da reflexão é essencialmente filosófica e histórica. Na II Parte, abordamos os questionamentos sobre a memória na contemporaneidade, a partir da emergência que teve o tema, com todo o seu vigor, desde meados dos anos 70 do século XX: após termos prestado atenção às razões dessa emergência, passamos à explicação sobre a natureza e funcionamento da memória, assim como prestamos atenção ao fenómeno do esquecimento, à luz dos conhecimentos actuais; na continuação ocupamos-nos de alguns temas centrais relacionados com a memória, derivados na sua maioria das discussões nas ciências humanas e sociais. A III Parte é inteiramente dedicada às relações entre Arte e Memória, e à análise das práticas artísticas, através da especificidade das obras concretas de artistas que evidenciam uma relação com o tema da memória.
Research Interests:
Memory is an essential faculty of the human being. Although the question of memory was quite relevant towards the end of the 19 thC. and the first decades of the 20 th C. due to the contibution of authors so different as Nietzsche,... more
Memory is an essential faculty of the human being. Although the question of memory was quite relevant towards the end of the 19 thC. and the first decades of the 20 th C. due to the contibution of authors so different as Nietzsche, Freud, Bergson, Halbwachs, Warburg, W. Benjamin, or Marcel Proust, among others, with the development of Modernism, wich paid attention essentially to future, but also to present, this question was devalued.
